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Você acabou de adentrar no mais íntimo do meu ser, na parte onde a poesia reina, onde o instinto poético que me foi presenteado de nascença, me fez exprimir os mais variados sentimentos, onde toda fúria e amor se mesclaram concedendo asas à minha imaginação para combinar cada vernáculo e construir tudo que reside aqui. Aproveita e partilha desse ímpeto...


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Remorso


Um prato a menos na mesa
menos louça pra lavar,
Hoje eu não reclamaria.
Meio guarda roupa pra eu usar
Sem meu lado ocupar,
Eu simplesmente me espremeria.
Sem esperar pra me banhar
ou meus dentes escovar,
Agora eu esperaria.
Sem roupas no chão
Ou qualquer bagunça,
Eu com prazer arrumaria.
Mais espaço pra eu me espalhar
sem ninguém pra atrapalhar,
Eu juro que te abraçaria.
Sem barulho, sorrisos
Felicidade ou razão,
Apenas a solidão.


Claudenor de Albuquerque

Comentários
2 Comentários

Comentário(s)

2 comentários:

Dilson Paiva disse...

Valeu, Claudenor. Interessante a forma como você conduz os seus versos. São narrados sob a forma de diário. Bem curioso e bacana. Abraço.

Claudenor Albuquerque disse...

Caro amigo Dilson Paiva, nem todos faço assim, tenho feitos meus últimos assim. Muito obrigado pela visita e pelo comentário. Grande abraço e volte sempre que puder.

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